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Umberto Eco

  • Foto do escritor: Charles Ribeiro Pinheiro
    Charles Ribeiro Pinheiro
  • 20 de fev. de 2023
  • 1 min de leitura


Há sete anos, Umberto Eco (1932-2016) nos deixou para adentrar em uma biblioteca infinita e reencontrar Jorge Luis Borges.


Filósofo, escritor e ensaísta, Umberto Eco foi pioneiro da semiótica – a ciência dos signos – e teórico da linguagem, especialista em comunicação de massa, com quase cinquenta anos ficou mundialmente famoso com o seu primeiro romance, O nome da Rosa, 1980, que narra uma investigação policial dentro de uma comunidade religiosa no século XIV, traduzido para mais de 40 idiomas e adaptado para o cinema (em 1986) pelo diretor Jean-Jacques Annaud, com Sean Connery e Christian Slater.


Em uma entrevista de 2012, ele afirmou que “filosofar é acertar as contas com a morte”. Ele que tanto nos ensinou sobre o signo, a arte, a beleza, e o amor aos livros: "do único amor terreno de minha vida não sabia, e nunca soube, o nome".


"Os livros não são feitos para alguém acredite neles, mas para serem submetidos à investigação. Quando consideramos um livro, não devemos perguntar o que diz, mas o que significa."


Trechos de O nome da rosa (1980).




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