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  • VENDA: RODOLFO TEÓFILO ROMANCISTA

    Rodolfo Teófilo romancista”, de Charles Ribeiro Pinheiro, foi fruto de uma pesquisa sobre a formação intelectual e literária do escritor cearense Rodolfo Teófilo (1853-1932), em paralelo à análise de seus romances publicados na década de 1890.   O professor Charles Ribeiro Pinheiro amplia os estudos sobre Rodolfo Teófilo a partir de sua figura como romancista: as referências, os estudos, as vivências e os temas, no objetivo de investigar e traduzir o lado do prisma de uma intensa vida entre as ciências e as artes.   Rodolfo Teófilo Romancista é um livro tanto aos que desejam saber mais sobre a vida deste grande autor, quanto para aqueles que querem entender os meandros de sua prolífica produção.   “Rodolfo Teófilo romancista , o livro de Charles Ribeiro Pinheiro, reúne-se à fortuna crítica de um dos mais eminentes destaques na História, na Ciência e na Literatura, áreas do Conhecimento a que se dedicou o sanitarista, farmacêutico e benemérito humanitário Rodolfo Teófilo, de nascimento, baiano (1853), radicado em Fortaleza até 1932, onde viveu até os 79 anos.” Odalice de Castro Silva (Profa. Dra. Titular de Teoria da Literatura da Universidade Federal do Ceará) Este é um projeto apoiado pelo Governo do Estado do Ceará através da Secretaria da Cultura, XII Edital Ceará de Incentivo às Artes 2022, Lei nº 18.012, de 1º de abril de 2022, e pela FUNCAP.   Venda disponível em editorariso.com.br Informações Técnicas do livro: Tamanho: 140 x 210mm 204 páginas Capa colorida em triplex ISBN: 978-65-982947-0-0   Saiba mais sobre o autor Charles Ribeiro Pinheiro: Pesquisador de Pós-Doutorado (Bolsa FUNCAP) e Coordenador do grupo de pesquisa “Literatura Cearense Comparada” no Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Ceará. Doutor (2019) e Mestre em Literatura Comparada (2011) pela Universidade Federal do Ceará, com pesquisas sobre o escritor cearense Rodolfo Teófilo. Além de Professor de literatura, graduado em Letras pela UFC (2008), é roteirista de quadrinhos e autor de livros didáticos de literatura.    Conheça e acompanhe a Editora Riso: https://www.instagram.com/editorariso/ editorariso.com.br Mais informações e o livro na mídia https://bece.cultura.ce.gov.br/events/lancamento-do-livro-rodolfo-teofilo-romancista-de-charles-ribeiro-pinheiro/ https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/verso/frivolo-pueril-e-insignificante-livro-revela-troca-de-farpas-entre-celebres-escritores-cearenses-1.3520474 https://www.youtube.com/watch?v=_0NVuw4SCtI&t=174s

  • OFICINA A Poesia cearense da Belle Époque (1900-1922)

    Olá, amigos(as), convido vocês a participarem da Oficina “A Poesia cearense da Belle Époque (1900-1922 )” que compõe a programação da XVI Semana de Humanidades da UFC, e ocorrerá nos dias 04 e 05 de novembro. Esta oficina tem o objetivo de apresentar e analisar a produção poética de importantes escritores e escritoras cearenses, atuantes nas duas primeiras décadas do século XX. A partir do contexto literário da Fortaleza da Belle Époque, será discutida como as publicações literárias cearenses fomentaram a vida cultural e literária de Fortaleza. A oficina ocorrerá em dois encontros, com debates guiados sobre as poesias selecionadas, ressaltando o sincretismo estético e o impacto desses(as) poetas para a construção da tradição poética do Ceará. A Oficina é atividade integrante da Disciplina “Literatura Cearense 2” e do Grupo de Pesquisa em Literatura Cearense Comparada, coordenada pelo Prof. Dr. Charles Ribeiro Pinheiro, com financiamento da FUNCAP. Recado importante: o link tem o formulário de inscrição geral no evento, posteriormente, no momento do credenciamento, você se inscreve em nosso minicurso.   Link de inscrição: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScJu2QbQt1qbcWHGCapGbkzteLJpn5s73qnfocB5h-xmfeWdg/viewform Proponente: Prof. Dr. Charles Ribeiro Pinheiro Quando:   dias 04 e 05 de novembro | de 9h às 11h Onde: Sala 04 Bloco Didático Diurno de Letras - Centro de Humanidades 1, Campus do Benfica - UFC. Mais informações: entrelugar.literaturacearense@gmail.com Instagram: @charles.ribeiro.pinheiro e @literatura.cearense.comparada Resumo: A cidade de Fortaleza, do final do século XIX até as duas primeiras décadas do século XX, foi um espaço de riquíssima efervescência cultural, política e, sobretudo, de agitada vida literária, com a existência de inúmeras agremiações, revistas e periódicos literários que foram publicados e que circularam dentro e fora do Ceará. Muitos escritores e escritoras publicaram seus poemas e textos nesses periódicos cearenses, tais como o “Almanaque do Ceará”, “Fortaleza”, “Revista da Academia Cearense”, “A República”, e as ideias literárias e a recepção desses textos agitavam os leitores que circulavam nas praças, cafés, clubes, livrarias e colégios da cidade. Muitos escritores e escritoras ficaram conhecidos na cidade e em todo o Ceará por meio da publicação de poemas nesses periódicos, em que prevaleciam o sincretismo literário, isto é, a coexistência de diversos estilos: romantismo, parnasianismo, realismo, neoclassicismo, simbolismo e penumbrismo. A oficina consiste na apresentação, leitura e análise da produção poética de poetisas e poetas cearenses das duas primeiras décadas do século XX. Além da apresentação do contexto literário da cidade de Fortaleza do fim do século XIX e início do XX, do período conhecido como Belle Époque, haverá a leitura, análise e discussão das poesias dos seguintes poetas: Antônio Sales, Alf. Castro, Pe. Antonio Tomás, Paula Nei, Ramos Cotoco, Quintino Cunha, José Albano, Francisca Clotilde, Alba Valdez, Mário da Silveira, Henriqueta Galeno, Júlio Maciel, Cruz Filho, Carlos Gondim, Leão de Vasconcelos, Edigar de Alencar e Otacílio de Azevedo. Também serão apresentadas as coletâneas “A poesia cearense no Centenário” e em “Os novos do Ceará no Primeiro Centenário da Independência”, ambas de 1922. Será discutido como essa intensa produção poética cearense, cujo conjunto de escritores(as) e obras que tomaram por tema o contexto e a circunstância do homem cearense, contribuíram para o enriquecimento cultural do Ceará. A oficina contará com dois encontros de duas horas cada e os poemas serão lidos e discutidos entre o professor e os(as) alunos(as). Portanto, um recurso importante será uma sala que conte com projetor para a apresentação de slides com imagens, tópicos e os textos. As aulas estão construídas de forma didática para o público geral, úteis e atrativas, tanto para alunos de graduação em Letras, quanto para universitários de humanidade em geral, curiosos da história literária do Ceará. A oficina contará com 35 vagas. Como base teórica dessa oficina, salientamos o diálogo com os intelectuais e historiadores: Leonardo Mota (1938), Dolor Barreira (1948), José Ramos Tinhorão (1966), Sânzio de Azevedo (1976) e (1992), Braga Montenegro (1966), Eduardo Campos (1985) e Sebastião Rogério Ponte (2001). A oficina é atividade extra que integra a disciplina “Literatura Cearense II” (HG0091) ministrada no Curso de Letras da UFC, no semestre 2024-2, pelo professor doutor Charles Ribeiro Pinheiro, bolsista FUNCAP de pós-doutorado pelo Programa de Pós-graduação em Letras da UFC. Proponente:  Charles Ribeiro Pinheiro - Pesquisador de Pós-Doutorado (Bolsa FUNCAP) e Coordenador do grupo de pesquisa “Literatura Cearense Comparada” no Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Ceará. Doutor (2019) e Mestre em Literatura Comparada (2011) pela Universidade Federal do Ceará, com pesquisas sobre o escritor cearense Rodolfo Teófilo. Além de Professor de literatura, graduado em Letras pela UFC (2008), roteirista de quadrinhos e autor de livros didáticos de literatura. Teve o projeto 'Padaria Espiritual em Quadrinhos' aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet Nº 8.313/91) e foi vencedor do XV Edital Mecenas (2023) da Secretaria de Cultura do Ceará. Vencedor do XII Edital Ceará de Incentivo às Artes, da SECULT-CE, com o livro “Rodolfo Teófilo Romancista”. Currículo e Portfólio, no link a seguir: https://entrelugarliteratu.wixsite.com/charlesliteraturahq/sobre

  • Inscrições Grupo de Pesquisa Literatura cearense comparada

    Olá, amigos e amigas. Convido vocês para conhecer e participar do Grupo de Pesquisa “Literatura cearense comparada”, atividade que faz parte do projeto de pós-doutorado do Prof. Charles Ribeiro Pinheiro, no Programa de Pós-graduação em Letras da UFC, que se estenderá até 2026.   Os encontros do grupo ocorrem às quintas feiras , presencialmente, de 12h às 13h30 , na sala 1 do prédio de Literatura-Carolina Maria de Jesus, no PPGLetras-UFC, Centro de Humanidades I, Campus do Benfica. Neste semestre, o projeto tem a carga horária de 30 horas, com direito a certificado, e contará com encontros semanais para leitura e discussão de textos teóricos e literários, um minicurso virtual (Teoria e prática de pesquisa em Literatura), orientações de pesquisa e um Clube do livro que discutirá o romance Aves de Arribação, de Antônio Sales (carga horária de 10h). Além disso, neste semestre, trabalharemos com as leituras historiográficas de Antônio Sales, Oswald Barroso e Gilmar de Carvalho.   Este grupo de pesquisa visa ao fomento da leitura, à divulgação e ao auxílio na formação de pesquisadores(as) na área de literatura cearense, trabalhando com uma abordagem da História da Literatura e da Literatura Comparada, enfatizando o estudo da formação, circulação e recepção dos autores cearenses e de obras literárias produzidas no Ceará, debatendo esta contribuição para a formação da literatura brasileira.   Se você quiser participar do grupo, conhecer e aprender a pesquisar sobre Literatura Comparada e Literatura cearense, fica este gentil convite.   ENCONTROS/CONTEÚDOS/TEXTOS: ​ ​ 1 - ENCONTRO (31/10): CRONOGRAMA, ORGANIZAÇÃO DO SEMESTRE E DISTRIBUIÇÃO DE MISSÕES DE PESQUISA; ​ 2 - ENCONTRO (14/11): O QUE É CULTURA – JOSÉ LUIZ DOS SANTOS ​ ​ 3 - ENCONTRO (21/11) - CULTURA: CONCEITO ANTROPOLÓGICO -1ª PARTE – ROQUE DE BARROS LARAIA; ​ ​ 4 - ENCONTRO (12/12) CULTURA: CONCEITO ANTROPOLÓGICO -2ª PARTE – ROQUE DE BARROS LARAIA;  ​ 5 - ENCONTRO (09/01) - “ESTUDOS CULTURAIS” – JONATHAN CULLER​  ​ 6 - ENCONTRO (23/01) - QUESTÕES CULTURAIS DO CEARÁ – GILMAR DE CARVALHO ​ ​​ 7 - ENCONTRO (06/02) - CEARÁ MESTIÇO – OSWALD BARROSO ​​​ 8 - ENCONTRO (20/02) - CEARÁ MESTIÇO – OSWALD BARROSO  Como diria Oliveira Paiva: “O livro e a palavra em ação” (1887).   Informações e inscrição através do link: https://forms.gle/DJG6v9biasf7vv66A Página do Grupo de Pesquisa: https://charlesribeiroletras.wixsite.com/livrosehqs/literatura-cearense Mais informações: entrelugar.literaturacearense@gmail.com https://www.instagram.com/charles.ribeiro.pinheiro/ https://www.instagram.com/literatura.cearense.comparada/ Coordenação: Charles Ribeiro Pinheiro - Doutor (2019) e Mestre em Literatura Comparada (2011) pela Universidade Federal do Ceará, com pesquisas sobre o escritor cearense Rodolfo Teófilo. Além de Professor de literatura, graduado em Letras pela UFC (2008), é roteirista de quadrinhos e autor de livros didáticos de literatura, autor do projeto 'Padaria Espiritual em Quadrinhos', aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet Nº 8.313/91) e vencedor do XV Edital Mecenas (2023) da Secretaria de Cultura do Ceará. Vencedor do XII Edital Ceará de Incentivo às Artes 2022, da SECULT-CE, com o livro “Rodolfo Teófilo Romancista”.

  • Disciplina Literatura Cearense 2

    Docente: Prof. Dr. Charles Ribeiro Pinheiro Disciplina:  LITERATURA CEARENSE II (Código HG091) Turno:  Diurno. Encontros/horário:  segundas-feiras, de 08h às 12h. Carga Horária: Teórica: 48 horas | Prática: 16 horas | Total: 64 horas. Local:  Sala 20 - Bloco Didático de Letras-Centro de Humanidades/Campus do Benfica   Ementa:  estudo da produção literária cearense, dos principais movimentos estéticos, das agremiações literárias, os jornais e revistas, assim como alguns temas poéticos recorrentes e símbolos que constituíram uma tradição literária no Ceará, abrangendo autoras e autores do pré-modernismo à contemporaneidade. Justificativa: a disciplina visa ao fomento da leitura, à divulgação e ao auxílio na formação de professores e pesquisadores na área de literatura cearense, trabalhando com uma abordagem da História da Literatura e da Literatura Comparada, enfatizando a formação, a circulação e a recepção dos autores e de obras literárias produzidas no Ceará, debatendo a contribuição dos escritores cearenses para a formação da literatura brasileira. Objetivo geral:  estabelecer o papel da Literatura Cearense no cenário artístico nacional, criando espaço para a atualização de pesquisas, abordagens, obras e autores regionais.   Objetivos específicos: •  Examinar a relevância dessas obras na formação da identidade do povo cearense e no imaginário popular; •  Incentivar a valorização da cultura regional cearense por meio de sua produção literária; •  Possibilitar reflexões de cunho histórico-cultural por meio da literatura cearense, entendendo o processo de formação desta no Ceará e no Brasil.   Conteúdo:  autores e autores cearenses do período do pré-modernismo até a contemporaneidade, com ênfase nos livros e revistas modernistas cearenses, a ficção de Rachel de Queiroz, o Grupo CLÃ (ficcionistas, críticos e poetas), Moreira Campos, José Alcides Pinto, Otacílio de Azevedo, Jáder de Carvalho, Gerardo Mello Mourão, Concretismo, Grupo SIN, Revista Saco e Grupo SIRIARÁ, Nação Cariri, Revista do Escritor Brasileiro, Poesia Plural, Espiral, Pessoal do Ceará, Teatro cearense, Patativa do Assaré, Gilmar de Carvalho, Oswald Barroso, A Casa , de Natércia Campos, cronistas, romancistas e contistas dos anos 1990 e 2000, revistas, antologias e coletivos. DESCRIÇÃO DOS CONTEÚDOS DA DISCIPLINA E BIBLIOGRAFIA DAS AULAS   Aula 1 (21/10/2024) Tópico:  Apresentação Professor/Contrato didático/Revisão de pontos acerca da disciplina Literatura Cearense I, Apresentação dos textos e comentários sobre avaliações e trabalhos.   AULA 2 (28/10/2024) | Tópico:  Recesso | indicação de vídeo “Origens da literatura cearense”    AULA 3 (04/11/2024) Tópico:  Oficina “A Poesia cearense da Belle Époque”, na XVI Semana de Humanidades da UFC, nos dias 04 e 05 de novembro   Aula 4 (11/11/2024) | Tópico:  Mário da Silveira | Canto Novo da Raça   Aula 5 (18/11/2024) | Tópico: Evento Dia da literatura Cearense   Aula 6 (25/11/2024) | Tópico: Revistas modernistas –  Maracajá e Cipó de Fogo  Aula 7 (02/12/2024) | Tópico: Tigipió e O Quinze  Aula 8 (09/12/24) | Tópico: Prova Escrita | SCAP e artes plásticas no Ceará   Aula 9 (16/12/24) Tópico: Grupo CLÃ e REVISTA DE CLÃ   Aula 10 (06/01/2025) | Tópico:  Poetas do Grupo CLÃ   Aula 11 (13/01/2024) | Tópico:  Ficcionistas do Grupo CLÃ   Aula 12 (20/01/2024) | Tópico:  A constística de Moreira Campos   Aula 13 (27/01/2024) | Tópico: José Alcides Pinto   Aula 14 (03/02/2025) | Tópico:  Eduardo Campos e o Teatro Cearense  Aula 15 (10/02/2025) | Tópico:  Concretismo | Grupo SIN   Aula 17 (17/02/2025) | Tópico : Grupo SIRIARÁ e Revista O Saco   Aula 18 (24/02/2025) | Tópico : Gilmar de Carvalho e Oswald Barroso   REFERÊNCIAS ​ ALENCAR, Edigar de. Variações em tom menor . Fortaleza, UFC, 1984.   AZEVEDO, Otacílio de. Fortaleza descalça . Fortaleza: Edições UFC/Casa José de Alencar, 1992.   AZEVEDO, Sânzio de. Literatura cearense . Fortaleza: Academia Cearense de Letras, 1976.   AZEVEDO, Sânzio de. Aspectos da literatura cearense . Fortaleza: UFC/ PROED, 1982.   AZEVEDO, Sânzio de. Dez ensaios de Literatura Cearense . Fortaleza, UFC, 1985.   AZEVEDO, Sânzio de. O Modernismo na poesia cearense . 2ª ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2012.   BARREIRA, Dolor. História da Literatura cearense . Fortaleza: Instituto do Ceará, 4. V., 1948, 1951, 1954 e 1962.   BARROSO, Oswald. Ceará Mestiço . Fortaleza: Expressão Gráfica e Editora, 2019.   BARROSO, Antônio Girão. Mini SINantologia  2. In: Correio do Ceará. Fortaleza, 15 de junho de 1968.    BENEVIDES, Artur Eduardo. Evolução da Poesia e do Romance Cearense . Fortaleza: Imprensa Universitária/UFC, 1976.   CARVALHO, Gilmar de (Org.). Bonito pra chover : ensaios sobre a cultura cearense. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2003.   CARVALHO, Jáder; SIDNEY NETTO; FIRMEZA, Mozart; NASCIMENTO, Franklin. O canto novo da raça.  Fortaleza: Secult/CE, 2010.   CASTRO, Carla. Resquícios de memórias: dicionário biobibliográfico de escritoras e ilustres cearenses do século XIX.  Fortaleza: Expressão Gráfica, 2019.   COLARES, Otacílio. Lembrados e esquecidos.  Fortaleza: IUC, 5. V. 1975 A 1981   DAMASCENO, Kedma Janaina Freitas. A vanguarda concretista no contexto da literatura cearense. 2012 . (Dissertação Mestrado) – Universidade Federal do Ceará. Disponível em:   http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/8087​   ESPÍNOLA, Adriano. Literatura no Ceará. In: Diário do Nordeste-DN Cultura . Fortaleza, 16 de janeiro de 1983.   ESPÍNOLA, Adriano. Uma geração entre o SIN e o NÃO. In: Revista de Letras da Universidade Federal do Ceará,  jan.1990/dez. 1993, p. 9-18.   FIÚZA, Regina [org.]. A produção literária do Ceará: antologia. Fortaleza: Expressão Gráfica, 2001.   GIRÃO, Raimundo; Sousa Maria da Conceição. Dicionário da Literatura Cearense . Fortaleza: Imprensa Oficial do Ceará – IOCE, 1987.   LANDIM, Teoberto. Seca: a estação do inferno.  Casa de José de Alencar, 1992.   LINHARES, Mário. História literária do Ceará.  Rio de Janeiro, Jornal do Comercio, 1948.   LIMA, Herman. Imagens do Ceará.  2° ed. Fortaleza: UFC – Casa José de Alencar Programa Editorial, 1997.   MACIEL. Nilto. A revista O Saco e o Grupo Siriará. In: Literatura cearense:  dos Oiteiros ao Grupo Siriará. Fortaleza: Feira do Sebo, fevereiro de 2008.   MACIEL, Nilto. Contistas do Ceará  (Da Quinzena ao Caos Portátil). Imprece Editorial: Fortaleza, 2008.   MACEDO, Dimas. Literatura e Escritores Cearenses. In: Crítica Imperfeita , Imprensa Universitária, Fortaleza, 2001.   MARQUES, Rodrigo. Literatura Cearense: outra história. 1. ed. Fortaleza: Editora Dummar, 2018.   MARQUES, Rodrigo. A Nação vai à Província : do Romantismo ao Modernismo no Ceará. 1. ed. Fortaleza: Imprensa Universitária UFC, 2018.   MARTINS, Lílian e NETTO, Raymundo (orgs.) Curso Literatura Cearense . Fortaleza: Fundação Demócrito Rocha, 2020.   MARTINS FILHO & GIRÃO, Raimundo. O Ceará. 3.  ed. Fortaleza: Instituto do Ceará, 1966.   MENEZES, R. de. Coisas que o tempo levou: crônicas históricas da Fortaleza antiga. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2000.   MONTENEGRO, Braga.  Correio retardado. Fortaleza: IUC, 1966.   MONTENEGRO, Braga.  Correio retardado II. Fortaleza: Sec. de Cultura, 1974.   MONTENEGRO, Abelardo F. O Romance cearense . Fortaleza: Royal, 1953.   MORAES, Vera; GUTIÉRREZ, Ângela; REMÍGIO, Ana. Homenagem aos 60 de Clã – Revista de cultura. Fortaleza: Imprensa Universitária, 2007.   MORAES, Vera Lúcia Albuquerque de. Clã: trajetórias do modernismo em revista . Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.   MOTA, Leonardo. Cantadores: poesia e linguagem do sertão cearense . 7. ed. Rio de Janeiro: ABC Editora, 2002.   PAULA JR. Francisco Vicente . Aspectos do fantástico na literatura Cearense. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Ceará. 2003.   PONTE, Sebastião Rogério . Fortaleza Belle Époque.  Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2001.   OLIVEIRA, Caterina Maria de Saboya. Fortaleza: seis romances, seis visões. Fortaleza: Edições UFC, 2000.​   SALES, Antonio. Retratos e lembranças . Fortaleza: Waldemar de Castro e Silva Editor, 1938.   SALGUEIRO, Pedro (Org.). O cravo roxo do diabo : o conto fantástico no Ceará. Fortaleza: Expressão Gráfica Editora, 2011.   SAMPAIO, Aíla. Literatura no Ceará.  Fortaleza: INESP, 2019.   SILVA, Fernanda M. D. da e MENEZES, Jailene de A. (orgs.). Escritores cearenses: múltiplos olhares. Fortaleza: Premius, 2013.     https://charlesribeiroletras.wixsite.com/livrosehqs/literatura-cearense

  • Inscrições OFICINA “INTRODUÇÃO À PESQUISA LITERÁRIA

    Inscrições abertas para oficina gratuita no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFC Olá, amigos e amigas. Convido vocês para participarem da Oficina “Introdução à pesquisa literária”, do projeto de extensão “Caminhos da Pesquisa Literária”, ação acadêmica organizada pelo Grupo de Pesquisa “Literatura cearense comparada”, coordenado pelo Prof. Dr. Charles Ribeiro Pinheiro, no Programa de Pós-graduação em Letras da UFC. A Oficina é gratuita e ocorrerá nas quintas-feiras, nos dias 12 e 19 de setembro, presencialmente, de 12h às 13h30 , na sala 1 do prédio de Literatura-Carolina Maria de Jesus, no PPGLetras-UFC, Centro de Humanidades I, Campus do Benfica. A oficina tem o intuito de discutir de modo sucinto a especificidade, a estrutura e as etapas de uma pesquisa na área de Literatura, além de explicitar, brevemente, as diferenças entre a pesquisa em ciências exatas e em ciências humanas, enfatizando o papel da crítica literária. Informações e inscrição através do link: https://forms.gle/4ZRhG4DZrpVpY7WQ7 Página do Grupo de Pesquisa: https://charlesribeiroletras.wixsite.com/livrosehqs/literatura-cearense Mais informações: entrelugar.literaturacearense@gmail.com https://www.instagram.com/charles.ribeiro.pinheiro https://www.instagram.com/literatura.cearense.comparada EMENTA Há diferenças significativas entre realizar uma pesquisa em Literatura e em Ciências exatas. A diferença essencial está no objeto de estudo e o modo como tratá-lo. Os objetos de estudo do pesquisador em Literatura são os textos literários: romances, contos, poemas, crônicas, romances, elementos da narrativa, recursos estilísticos. Contudo, para as alunas e os alunos dos Cursos de letras a conscientização da complexidade do fazer literário e de sua investigação não são processos simples. Verificamos que ainda há muitas dúvidas para os pesquisadores iniciantes, tais como: o que pesquisar? Quais as singularidades do texto literário? Quanto tempo durará a pesquisa? Qual a relevância de um trabalho crítico? Qual a diferença entre o artigo acadêmico e o ensaio? A oficina tem o intuito de discutir de modo sucinto a especificidade, a estrutura e as etapas de uma pesquisa na área de Literatura, além de explicitar, brevemente, as diferenças entre a pesquisa em ciências exatas e em ciências humanas, enfatizando o papel da crítica literária. Para a fundamentação teórica e discussão dos assuntos referidos, tais como as problemáticas envolvidas na pesquisa em Literatura no nível de Graduação em Letras e as metodologias de investigação literária, utilizamos a obra Como se faz uma tese , do crítico italiano Umberto Eco; o livro organizado pelo professor Hélder Pinheiro, Pesquisa em Literatura ; de Marilena Chauí, Convite à Filosofia;  de Eduardo Portella, Fundamento da investigação literária ; de João Álvaro Ruiz, Metodologia Científica ; o ensaio de Alfredo Bosi “Interpretação da obra literária”, do livro Céu. Inferno: Ensaios de Crítica Literária e Ideológica,   a obra   A Literatura em Perigo,   do crítico   Tzvetan Todorov e Literatura Para quê?,   de   Antoine Compagnon; de Vincent Jouve, a obra Por Que Estudar Literatura? , além do ensaio “O ideal do crítico”, de Machado de Assis.   Tópicos da Oficina O que é literatura e seus efeitos? Características da linguagem literária Definição de metodologia científica; Diferenças entre as Ciências Exatas e Ciências Humanas; Qual a função do crítico? As especificidades da crítica literária As dificuldades de um pesquisador iniciante. O que é e para quê serve um projeto de pesquisa? Estruturação de um projeto de pesquisa em Literatura. Inscrição gratuita com direito à certificado (8h) | Vagas 18 https://forms.gle/4ZRhG4DZrpVpY7WQ7 Proponente: Charles Ribeiro Pinheiro - Pesquisador de Pós-Doutorado (Bolsa FUNCAP) e Coordenador do grupo de pesquisa “Literatura Cearense Comparada” no Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Ceará. Doutor (2019) e Mestre em Literatura Comparada (2011) pela Universidade Federal do Ceará, com pesquisas sobre o escritor cearense Rodolfo Teófilo. Além de Professor de literatura, graduado em Letras pela UFC (2008), roteirista de quadrinhos e autor de livros didáticos de literatura. Teve o projeto 'Padaria Espiritual em Quadrinhos' aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet Nº 8.313/91) e foi vencedor do XV Edital Mecenas (2023) da Secretaria de Cultura do Ceará. Vencedor do XII Edital Ceará de Incentivo às Artes, da SECULT-CE, com o livro “Rodolfo Teófilo Romancista”. Currículo e Portfólio, no link a seguir: https://entrelugarliteratu.wixsite.com/charlesliteraturahq/sobre RERERÊNCIAS ASSIS , Machado. “O ideal do crítico” . In: Obra Completa de Machado de Assis.  Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. vol. 3. BEAUD, Michel. Arte da tese. Tradução de Glória de Carvalho Lins. 3ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.  BORGES, Jorge Luis, “Sobre o Rigor na Ciência ”. In:   Obras completas de Jorge Luis Borges. Vol. II. Vários tradutores. São Paulo: Globo, 1999. BOSI, Alfredo. “A interpretação da obra literária” In : Céu, inferno.  Ensaios de crítica literária e ideológica. São Paulo: duas cidades/ ed. 34, 2003. CANDIDO, Antônio. “O Direito à literatura”. In: Vários Escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1995. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia.  São Paulo: Ática, 2002. CASTAGNINO, Raul H. Que e literatura?:  Natureza e função da literatura. Trad. Luiz Aparecido Caruso. São Paulo: Mestre Jou, 1969. COMPAGNON, Antoine. Literatura Para quê?  Tradução de Laura Taddei Brandini. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009. DESCARTES, René, Discurso do método.   Trad. Maria Ermantina Galvão. São Paulo: Martins Fontes, 1996. ECO, Umberto. Obra aberta.  São Paulo: Perspectiva, 1986. ECO, Umberto. Como se faz uma tese.  Tradução: Gilson Cesar Cardoso de Souza. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2005. ECO, Umberto. Interpretação e superinterpretação.  São Paulo: Martins Fontes, 1997. ORTEGA Y GASSET, José. História como Sistema/Mirabeau ou o Político . Brasília: UNB. 1982. HAWKING, Stephen. O Universo numa Casca de Noz. São Paulo: Editora ARX, 2002. JOUVE, Vincent. Por que estudar Literatura? Tradução de Marcos Bagno e Marcos Marcïonilo. São Paulo: Parábola, 2012. PINHEIRO, Hélder (org.).  Pesquisa em literatura.  Campina Grande: Bagagem, 2011. PORTELLA, Eduardo. Fundamento da investigação literária. Fortaleza: Edições UFC; Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1981. RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica : Guia para eficiência nos estudos. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2013. SARTRE, Jean-Paul. Que é a literatura? Trad. Carlos Felipe Moisés. São Paulo. Ed. Ática, 1993. SILVA, Odalice de Castro. A obra de arte e seu intérprete:  reflexões sobre a contribuição crítica de Osman Lins. Fortaleza: Edições UFC, 2000. TODOROV, Tzvetan. A Literatura em Perigo. Tradução de Caio Meira. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009.

  • Aula gratuita - Padaria Espiritual: 132 ANOS DE HUMOR E ARTE NO CEARÁ

    EMENTA A Padaria Espiritual, formada na Praça do Ferreira, em Fortaleza, no final do século XIX, foi um dos mais irreverentes e famosos grêmios culturais do Ceará. Em 2024, completa 132 anos de sua fundação, constituindo-se como uma tradição cultural importante para as artes e para o humor cearense. A aula consiste em um passeio pela história da Padaria Espiritual e de seus padeiros-escritores, relacionando com o contexto cultural e social da Fortaleza da Belle Époque, enfatizando a leitura e análise do Programa de Instalação e de poemas e textos humorísticos publicados no Jornal O Pão (1892-1896). OBJETIVO O objetivo da aula é apresentar a história da Padaria Espiritual, relacionando as atividades culturais do grêmio com o contexto literário de Fortaleza antiga, do fim do século XIX, assim como analisar e discutir o Programa de Instalação, redigido por Antônio Sales e os poemas textos humorísticos publicados no Jornal O Pão (1892-1896), enfatizando o humor como traço cultural da identidade cearense. Além disso, outro intuito importante é divulgar a história e a memória da literatura cearense, enfatizando movimentos, autores e obras que circularam na cidade de Fortaleza, no fim do século XIX JUSTIFICATIVA A Padaria Espiritual surgiu em maio de 1892, nas cadeiras do Café Java, na Praça do Ferreira, formada por rapazes de letras e artes que queriam formar um grêmio para despertar o gosto pelas letras em Fortaleza. Os padeiros publicaram um jornal literário e humorístico chamado O pão, editado entre 1892 a 1896. A agitação que provocou na cidade, tirando-a do marasmo, devido ao desejo de socializar a literatura. Ela se notabilizou pela originalidade e pelo humor, pela difusão das estéticas e literárias, pelo lançamento e publicação de novos escritores, sobretudo, pela luta a favor do livro, da literatura e da leitura. A Padaria Espiritual é um dos marcos literários das manifestações culturais e artísticas do Ceará. Inscrição gratuita com direito à certificado (2h) | Vagas 60 https://forms.gle/9uqVU5nTpEBWnikdA Proponente: Pesquisador de Pós-Doutorado (Bolsa FUNCAP) e Coordenador do grupo de pesquisa “Literatura Cearense Comparada” no Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Ceará. Doutor (2019) e Mestre em Literatura Comparada (2011) pela Universidade Federal do Ceará, com pesquisas sobre o escritor cearense Rodolfo Teófilo. Além de Professor de literatura, graduado em Letras pela UFC (2008), roteirista de quadrinhos e autor de livros didáticos de literatura. Teve o projeto 'Padaria Espiritual em Quadrinhos' aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet Nº 8.313/91) e foi vencedor do XV Edital Mecenas (2023) da Secretaria de Cultura do Ceará. Vencedor do XII Edital Ceará de Incentivo às Artes, da SECULT-CE, com o livro “Rodolfo Teófilo Romancista”. Currículo e Portfólio, no link a seguir: https://entrelugarliteratu.wixsite.com/charlesliteraturahq/sobre RERERÊNCIAS AZEVEDO, Otacílio de. Fortaleza descalça. Fortaleza: Edições UFC/Casa José de Alencar, 1992. AZEVEDO, Sânzio de. A Padaria Espiritual e o Simbolismo no Ceará. Fortaleza: Sec. de Cultura, 1983. 2. Ed. Fortaleza: UFC, 1996. AZEVEDO, Sânzio de (org.) O PÃO da Padaria Espiritual. Fortaleza: Academia Cearense de Letras; Edições UFC, 1982. AZEVEDO, Sânzio de. Breve história da Padaria Espiritual. Fortaleza: UFC, 2011. AZEVEDO, Sânzio. Presença do humorismo na literatura cearense. REvista de Letras, Fortaleza Nº 12 jan./fev. 1987. BARREIRA, Dolor. História da Literatura cearense. Fortaleza: Instituto do Ceará, v. I, 1948. BERGSON, Henri. O Riso – Ensaio sobre a significação da comicidade. São Paulo: Martins Fontes, 2001. MINOIS, Georges. História do riso e do escárnio. São Paulo, UNESP, 2003. MOTA, Leonardo. A Padaria Espiritual. 2. Ed. Fortaleza: UFC, 1994. PONTE, Sebastião Rogério. Fortaleza Belle Époque. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2001. TINHORÂO, José Ramos. A província e o naturalismo. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1966.

  • Síntese Aula 1 Tópicos de Literatura Regional_Literatura Cearense_Prof Charles Ribeiro_PPGLetras UFC

    Esse vídeo é uma síntese da primeira aula da disciplina “Tópicos de Literatura Regional: a Literatura cearense e as tensões entre o regional e o nacional’, do semestre 2024.1, do Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Federal do Ceará. O nosso objetivo é a análise e discussão de conceitos, ideias e polêmicas em torno do regionalismo enquanto projeto estético-literário, enfatizando a consolidação de uma tradição literária no Ceará, discutindo a sua contribuição para a pluralidade da literatura brasileira. A disciplina tem um caráter temático, crítico e formativo, visando a discussão do tema proposto e desenvolvendo a formação geral de um pesquisador na área de literatura comparada, historiografia literária e estudos culturais. A literatura nessa disciplina será compreendida a partir dos conceitos de civilização e cultura. E as ideias acerca de literatura regional serão estudadas em relação às perspectivas da literatura cearense e brasileira.

  • Tópicos de Literaura regional: a literatura cearense e as tensões entre o regional e o nacional

    UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE HUMANIDADES PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS DISCIPLINA: TÓPICOS DE LITERATURA REGIONAL: a literatura cearense e as tensões entre o regional e o nacional (Código HGP8711) PROFESSOR: CHARLES RIBEIRO PINHEIRO Modalidade: presencial | Turno: diurno. Encontros/horário: terças-feiras, de 08h às 12h. Carga Horária: 64 horas | Nº de créditos: 4 créditos. Local: Bloco da Literatura-Centro de Humanidades/Campus do Benfica Ementa: Análise e discussão de conceitos, ideias e polêmicas em torno do regionalismo enquanto projeto estético-literário, enfatizando a consolidação de uma tradição literária no Ceará, discutindo a sua contribuição para a pluralidade da literatura brasileira. A disciplina discutirá a literatura regional como uma tradição que integra os projetos de literatura brasileira ao longo dos séculos XIX e XX,  segundo vínculos formais e temáticos, trabalhando com uma abordagem da Historiografia, Literatura Comparada e Estudos Culturais. Em destaque, criticamente, as origens, a circulação, as influências, as tensões e a recepção dos autores e de obras literárias produzidas no Ceará, discutindo a contribuição da literatura cearense para a formação da literatura brasileira, além do debate da construção do cânone literário brasileiro e das conturbadas relações entre os centros culturais do país. Em debate, as categorias: regional/regionalismo, nacional/nacionalismo, universal, sistema literário, história da literatura, cultura, tradição, colonização, identidade cultural, entre-lugar. Bibliografia ALBUQUERQUE Jr., Durval Muniz de. A Invenção do Nordeste e outras artes. São Paulo: Cortez. 2011. ALENCAR, José de. Benção paterna. In: Sonhos d’ouro. São Paulo: Ática, 1981. ALENCAR, José de. Iracema. São Paulo: Editora Ática, 1995. ALMEIDA, José Maurício Gomes de. A tradição regionalista no romance brasileiro (1857-1945). Rio de Janeiro: Achiamé, 1981. ANDRADE, Mário de. Regionalismo. In: Diário Nacional. São Paulo, 14 de fevereiro 1928. ASSIS, Machado de. Notícia da atual literatura brasileira: instinto de nacionalidade. In: O jornal e o livro. São Paulo: Companhia das letras, 2011. AZEVEDO, Sânzio de. Literatura cearense. Fortaleza: Academia Cearense de Letras, 1976. AZEVEDO, Sânzio de. Aspectos da literatura cearense. Fortaleza: UFC/ PROED, 1982. AZEVEDO, Sânzio de. Dez ensaios de Literatura Cearense. Fortaleza, UFC, 1985. BARREIRA, Dolor. História da Literatura cearense. Fortaleza: Instituto do Ceará, 1948. BARROSO, Oswald. Ceará mestiço. Fortaleza: Expressão Gráfica, 2019. BENEVIDES, Artur Eduardo. Evolução da Poesia e do Romance Cearense. Fortaleza: Imprensa Universitária/UFC, 1976. BORGES, Jorge Luís. O escritor argentino e a tradição. In: Obras Completas. Vol. 1. Vários tradutores. São Paulo: Globo, 1999. BORGES, Jorge Luís.  Pierre Menard autor de Quixote. In: Obras completas. Vol. 1. Vários tradutores. São Paulo: Globo, 1999. BORGES, Jorge Luís. Kafka e seus precursores. In: Obras completas. Vol. 1. Vários tradutores. São Paulo: Globo, 1999. BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. BOSI, Alfredo. Por um historicismo renovado: reflexo e reflexão na história literária. In: Teresa, n. 1, p. 9-47, 2000. CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 6. ed. Belo Horizonte, Ed. Itatiaia, 2000. v. I e II. CANDIDO, Antônio. Literatura e subdesenvolvimento. In: A educação pela noite & outros ensaios. São Paulo: Ática, 1989. CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade. 2 d. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1967. CARVALHAL, Tânia Franco. “Periodização e regionalização literárias”. In: O próprio e o alheio: Ensaios de Literatura Comparada. São Leopoldo- RS: Ed. Usininos, 2003. CARVALHO, Gilmar de (Org.). Bonito pra chover: ensaios sobre a cultura cearense. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2003. CHIAPPINI, Ligia. Do beco ao belo: dez teses sobre o regionalismo na literatura. In: CRISTÓVÃO, Fernando; FERRAZ, Maria de Lourdes; CARVALHO, Alberto (Dir.). Nacionalismo e regionalismo nas literaturas lusófonas. Lisboa: Edições Cosmos, 1997, p. 133- 136. COUTINHO, Afrânio. O regionalismo na ficção. In: A literatura no Brasil. São Paulo: Global, 1999. v. 4. COUTINHO, Afrânio.  Conceito de Literatura Brasileira. Rio de Janeiro: Ediouro, s/d. COUTINHO, Afrânio. A tradição afortunada: o espírito de nacionalidade na crítica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio; São Paulo: Edusp, 1968. COUTINHO, Afrânio. O processo da descolonização literária. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1983. ELIOT, T. S. Tradição e talento individual. In. Ensaios. São Paulo: Art Editora, 1989. FREYRE, Gilberto. Manifesto regionalista de 1926. Departamento de Imprensa Nacional; Serviço de Educação, 1955. HALL, Stuart. A Identidade Cultural na Pós-Modernidade. 3º ed. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 1999. JOBIM, José Luís. História da Literatura. In: Palavras da crítica: tendências e conceitos no estudo da literatura. Rio de Janeiro: Imago, 1992. LIMA, Herman. Imagens do Ceará. 2° ed. Fortaleza: UFC – Casa José de Alencar Programa Editorial, 1997. MARQUES, Rodrigo. Literatura cearense: outra história. Fortaleza: Dummar, 2018. MARQUES, Rodrigo. A nação vai à província: do Romantismo ao Modernismo no Ceará. Fortaleza: Imprensa Universitária, 2018. MIGUEL-PEREIRA, Lúcia. Prosa de ficção (1870-1920). Belo Horizonte, Itatiaia, 1988. PERRONE-MOISÉS, Leyla. Vira e mexe nacionalismo: paradoxos do nacionalismo literário. São Paulo: Cia. das Letras, 2007. QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. 17ª edição. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1974. SALES, Antônio. História da literatura cearense. In: GIRÃO, R.; FILHO, A. M. O Ceará. Ed. fac-similar. Fortaleza: Fundação Waldemar Alcântara, 2011. p. 93-107. SCHWARZ, Roberto, As ideias fora do lugar. In: Ao vencedor as batatas. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2000. SANTIAGO, Silviano. “O entre-lugar do discurso latino-americano”. In: Uma Literatura nos Trópicos. 2 ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. TÁVORA, Franklin. O Cabeleira. Rio de Janeiro, Ediouro, s/d. WEINHARDT, Marilene, e CARDOSO, Mauricio Mendonça (Orgs.) Centro, centros: Literatura e literatura comparada em discussão. Curitiba, Editora UFPR, 2011. Leituras complementares: FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala. 42. ed. Rio de Janeiro: Record, 2001. JAUSS, Hans Robert. A história da literatura como provocação à crítica literária. Trad. de Sérgio Tellaroli. São Paulo: Ática, 1994. MOOG, Vianna. Uma interpretação da literatura brasileira: um arquipélago cultural. 2ª ed. Rio de Janeiro: Edições Antares, 1983. NITRINI, Sandra. Literatura Comparada. História, Teoria e Crítica. São Paulo: EDUSP, 1997. SILVA, O. de A. Pelas rotas dos livros: circulação de romances e conexões comerciais em Fortaleza (1870-1891). Fortaleza: Expressão Gráfica e Editora, 2011. SODRÉ, Nelson Werneck. História da Literatura Brasileira.  Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969. SUASSUNA, Ariano. O Movimento Armorial. Recife: Universitária da UFPE, 1974. SUSSEKIND, Flora. Tal Brasil, qual romance? Rio de Janeiro, Achiamé, 1984.

  • 17 de novembro - Dia da literatura cearense

    O Ceará é manancial de uma tradição literária rica: berço do romancista José de Alencar; pioneiro na divulgação filosófica, nos movimentos políticos e nas manifestações estéticas; lar de clubes e de agremiações literárias, de boêmios e brincalhões; de poetas e ficcionistas que cantaram a serra, o mar e o sertão. Em 1930, com a publicação de "O Quinze", Rachel de Queiroz apresenta ao público brasileiro um novo ciclo dos romances nordestinos na ficção brasileira. Publicado, primeiramente, em Fortaleza, pela tipografia Urânia, não teve muita receptividade na cidade. Poucos meses depois, ao ser distribuído no Rio de Janeiro e em São Paulo, chamou a atenção dos leitores e da crítica literária. Nomes como Augusto Frederico Schmidt, Graça Aranha, Agripino Grieco e Gastão Gruls manifestaram a sua opinião sobre o romance. O Quinze não foi o primeiro livro sobre a secas e, tampouco foi a obra de estreia da escritora, mas, como romancista. Seu grande mérito, além da qualidade artística de sua escritura, foi de apresentar o assunto das secas a todo o país, tratando os dramas humanos sem sentimentalismos, afastada de maniqueísmos e sem o peso descritivo do cientificismo dos autores naturalistas. Rachel nos declara que "na verdade, quando escrevi O Quinze eu já era profissional - trabalhava em jornal e tinha feito até um romancinho em folhetim" (1997). Desde os dezesseis anos que ela atuava como jornalista, em O Ceará, de Júlio Ibiapina, A Jandaia, de Aldo Prado, na revista modernista Maracajá, e no jornal O Povo, de Demócrito Rocha. Ela produzia crônicas, reportagens, poesias e, como a escritora declarou, ensaiou a escrita de um folhetim. Com o intuito de conscientizar as pessoas da importância cultural da literatura cearense, na gestão do governador e acadêmico Lúcio Alcântara, por meio da lei estadual Nº 13.411, de 15 de dezembro de 2003, de autoria do ex-deputado Adahil Barreto, houve a instituição do "Dia da Literatura Cearense", que passou a ser comemorada no dia 17 de novembro, em homenagem ao nascimento de Rachel de Queiroz. Com a publicação do romance O Quinze (1930), a escritora alcançou ampla repercussão, conquistando o interesse dos leitores e da crítica, ao alavancar um novo ciclo dos romances nordestinos na ficção brasileira. Pela força poética de suas narrativas, Rachel de Queiroz tornou-se símbolo da literatura e da cultura cearense, assim como Patativa do Assaré, José de Alencar, Juvenal Galeno, Oliveira Paiva e a agremiação literária e artística, Padaria Espiritual.

  • 13 de julho - dia mundial do Rock

    No dia 13 de julho é comemorado como o Dia Internacional do Rock em homenagem ao evento histórico conhecido como "Live Aid", que aconteceu nessa data em 1985. O Live Aid foi um concerto beneficente organizado pelo músico britânico Bob Geldof, com o objetivo de arrecadar fundos para combater a fome na Etiópia. O evento ocorreu simultaneamente em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos, e contou com alguns dos maiores artistas e bandas de rock da época, como Queen, U2, David Bowie, Led Zeppelin, Madonna, Elton John, entre outros. Foi transmitido ao vivo para mais de 150 países e atraiu uma audiência esperada de 1,9 bilhão de pessoas em todo o mundo. O Live Aid se tornou um marco na história da música, não apenas pela grandiosidade do evento e pelas performances memoráveis dos artistas, mas também por ter chamado a atenção para questões humanitárias importantes, como a pobreza e a fome no continente africano. Desde então, o dia 13 de julho ficou associado ao rock e à celebração da música, sendo reconhecido como o Dia Internacional do Rock em diversos países ao redor do mundo. É um dado especial para os fãs desse gênero musical, que aproveitam para ouvir suas bandas favoritas, participar de eventos e relembrar a importância do rock na cultura popular.

  • Drácula de Bran Stoker

    Drácula é um romance de 1897 do autor irlandês Bram Stoker. É a história de um vampiro, o Conde Drácula, que se muda da Transilvânia para a Inglaterra em busca de vítimas de sua maldição dos mortos-vivos, e as ações de um grupo de homens e mulheres liderados pelo professor Abraham Van Helsing para combatê-lo. Depois de uma campanha emocionante e tensa, repleta de cenas de horror de gelar o sangue, eles conseguem destruir a ameaça. Drácula poderia ter se tornado apenas mais um dos muitos romances góticos de terror vitorianos que caíram no esquecimento, mas o romance cativou a imaginação dos leitores. Ele se tornou um clássico e sua influência foi imensa. Seu protagonista, o Conde Drácula, tornou-se um dos personagens mais conhecidos da literatura ocidental. Seu oponente, Van Helsing, é quase tão conhecido quanto ele. Os críticos inevitavelmente classificaram Drácula como um romance de gênero, mas ele se enquadra em muitas de suas categorias – literatura de vampiros, ficção de terror, romance gótico, romance epistolar, crime, mistério, sobrenatural. Embora Bram Stoker não tenha inventado a mitologia vampírica, o seu romance construiu vários conceitos e características, estabelecendo as regras sobre a natureza dos mortos-vivos, como o medo de crucifixos, de alho, de água corrente, que não tem reflexo nos espelhos, que pode se transformar em morcego, que sua sucção de sangue transformará as vítimas em vampiros, e várias outras regras. Essas são características que ainda encontramos nas histórias modernas de vampiros em várias mídias. Drácula tornou-se um livro que atrai o interesse e a atenção de milhões de espectadores e leitores modernos em todo o mundo, por várias gerações, inspirando inúmeros criadores de filmes e séries de televisão, quadrinhos e games. Um romance gerou que toda uma indústria na cultura vampírica.

  • Jáder de Carvalho - As duas faces da palavra

    Há décadas, a jornalista e bibliotecária Angela Barros Leal publicou uma importante biografia do jornalista e poeta Jáder de Carvalho, um dos maiores nomes da literatura cearense. O livro intitulado "Jáder de Carvalho- as duas faces da palavra" foi reedidato pela Edições Demócrito Rocha (atual Editora Dummar), em 2000, para a coleção Terra Bárbara. O livro é um excelente começo para estudar a vida e obra do poeta. Abaixo, o texto da contracapa: "As duas faces da palavra: Polêmico, contraditório, romântico, panfletário. Os adjetivos não dão conta do homem Jáder de Carvalho. Nele, conviviam o poeta lírico e o romancista revolucionário, o advogado de causas perdidas e o jornalista demolidor. Uma história marcada por brigas e abraços largos. Tiros e poemas- delicadezas e prisões."

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